Afastamentos por saúde mental se repetem e ninguém consegue explicar a causa.
RH e liderança reconhecem sinais cedo e conduzem as primeiras conversas com método — antes de virar afastamento ou processo.
Há quase três décadas acompanho o que acontece quando o trabalho adoece pessoas e organizações. Trago método clínico e linguagem de gestão para construir ambientes que cuidam de pessoas, fortalecem a reputação e sustentam a integridade do negócio.
Dra. Ana Paula Teixeira · CRM-BA 12797 · RQE 7237 · ICOH · ABERGO · Board Academy 2024
Médica do Trabalho · Pesquisadora · Autora · Palestrante
Palestras · mais de 10 mil profissionais treinados · 99% de avaliações positivas
Anos de atuação corporativa em mineradoras, siderúrgicas, laboratórios e organizações de diferentes portes
OMIS-R no Brasil · Tradução e validação da escala de Lesão Moral Ocupacional para o português brasileiro
Quando o Trabalho Dói · Livro indicado ao 7º Prêmio Ecos da Literatura · Editora AssedioNet, 2025
A atuação começa pelo tipo de necessidade: formar muita gente, aprofundar a conversa com um grupo menor ou sustentar uma decisão concreta.
Para empresas, eventos e públicos maiores que precisam de linguagem comum sobre NR-1, fatores psicossociais, liderança e adoecimento no trabalho.
Conhecer as palestras → Preciso aprofundar com um grupoPara times menores que precisam elaborar situações reais, abrir escuta com segurança e sair com repertório prático.
Conhecer as rodas → Tenho um caso ou decisão sensívelPara liderança, RH, SESMT ou medicina do trabalho diante de nexo, afastamento, retorno, conflito ou dúvida técnica.
Entender o Direcionamento →Em dúvida por onde começar? Agende uma conversa inicial breve. Nela, eu entendo o contexto e indico o caminho com mais efeito para o seu momento — palestra, roda de conversa, Direcionamento Executivo ou diagnóstico institucional.
O ponto de partida costuma ser o mesmo: algo importante acontecendo sem nome, sem critério e sem próximo passo claro. O trabalho é justamente sair desse lugar.
Afastamentos por saúde mental se repetem e ninguém consegue explicar a causa.
RH e liderança reconhecem sinais cedo e conduzem as primeiras conversas com método — antes de virar afastamento ou processo.
A NR-1 passou a cobrar fatores psicossociais e a empresa não sabe por onde começar nem o que documentar.
A gestão ganha linguagem comum e critérios técnicos para sustentar evidências e organizar o próximo passo.
Um caso sensível — nexo, retorno ao trabalho, conflito — parado por medo de decidir errado.
A decisão sai do improviso: leitura clínica, riscos mapeados e encaminhamentos por escrito.
Os resultados variam conforme o contexto de cada organização. O que não muda é o método: nomear com precisão o que está acontecendo para que a decisão seguinte seja mais segura.
Médica do trabalho, autora, pesquisadora e conselheira em saúde ocupacional.
Cresci em Alagoinhas, trabalhei desde cedo na empresa do pai e cheguei à medicina com uma escuta formada por família, gestão e experiência organizacional real. Essa trajetória moldou o jeito como eu converso com empresas: não como quem veio de fora, mas como quem conhece o peso de um dia de trabalho.
Formada em medicina pela UFBA (1996), com especialização em Medicina do Trabalho (RQE 7237) e pós-graduações em Psiquiatria e Saúde Integrativa. Mestranda em Tecnologias da Saúde pela Escola Bahiana, com pesquisa de validação da escala OMIS-R para o português brasileiro. Membro da ICOH, ABERGO e ANAMT/AMB; Board Member 2024 certificada pela Board Academy.
Quase três décadas de atuação corporativa em mineradoras, siderúrgicas, laboratórios e organizações de diferentes portes. Autora de Quando o Trabalho Dói (Editora AssedioNet, 2025), indicado ao 7º Prêmio Ecos da Literatura.
Hoje assessoro organizações a nomear o que costuma ficar invisível: adoecimento ocupacional, conflitos éticos, retorno ao trabalho e situações que não têm resposta em protocolo padrão.
Passam automaticamente — passe o mouse para pausar e lerArraste para o lado para ver mais →
Seu comprometimento com essa causa é admirável e inspirador. Orgulhosa por suas contribuições e grata por compartilhar sua visão conosco!
Doutora, sua participação foi essencial para o sucesso dessa ação. Estamos todas muito felizes e realizadas com a repercussão desse momento. Que venham mais ações, mais mulheres e mais vivências extraordinárias!
Parabéns, Dra. Ana! Sua excepcional habilidade profissional e suas abordagens inovadoras nos incentivam a praticar uma das mais valiosas lições de Sócrates: 'Conhece-te a ti mesmo.'
Excelente palestra e programa apresentado!
Foi um prazer estar com você hoje. É nítido que o trabalho que a senhora conduz é com muita alma e entrega pessoal.
Simplesmente a melhor! Sou muito grata por conhecer uma pessoa e médica do trabalho que faz a diferença por onde passa... maravilhosa!
Gratidão por ter a oportunidade de ouvir e aprender com uma grande especialista.
Parabéns pela sua incrível entrevista! Fiquei extremamente impressionada com a forma clara e inspiradora como você falou sobre empatia. Sua capacidade de comunicar a importância dessa qualidade humana essencial é verdadeiramente admirável.
É minha inspiração. Admiro sua inteligência, sua força, seu respeito e sua busca por conhecimento para ajudar pessoas.
Sobre adoecimento ocupacional, cultura organizacional e o custo invisível quando o trabalho fere pessoas.
Um livro para quem vive ou lidera ambientes de trabalho e precisa nomear o que está acontecendo: adoecimento ocupacional, cultura tóxica, lesão moral, burnout. Escrito com linguagem acessível sem abrir mão do rigor clínico.
Indicado ao 7º Prêmio Ecos da Literatura · Editora AssedioNet, 2025.
Pesquiso trauma, lesão, coragem e resiliência moral no trabalho. No meu mestrado, trabalho na tradução e validação da escala internacional OMIS-R para o português brasileiro, um instrumento voltado a mapear Lesão Moral Ocupacional em diferentes contextos organizacionais.
Esse campo ajuda a nomear experiências que não cabem apenas em "estresse", "baixa resiliência" ou "conflito interpessoal": situações em que decisões, metas, omissões ou práticas institucionais ferem identidade, confiança e integridade profissional.
Há experiências no trabalho que não ferem apenas a rotina. Ferem identidade, confiança e integridade.
Lesão Moral Ocupacional olha para o impacto de trabalhar contra valores centrais, testemunhar injustiças ou sustentar decisões que rompem confiança.
A validação da escala amplia o repertório técnico para investigar sofrimento moral no trabalho com mais precisão e menos improviso.
O tema conversa com saúde mental, integridade organizacional, liderança ética, retorno ao trabalho e prevenção de riscos psicossociais.
Publicações e agenda para quem quer estudar saúde mental no trabalho por ângulos complementares: adoecimento, voz feminina, burnout, espiritualidade e gestão de riscos psicossociais.
Meu livro central sobre adoecimento ocupacional, cultura organizacional e o custo invisível quando o trabalho fere pessoas e instituições.
Conhecer o livro → Livro Cinquenta e três formas de encontrar Deus (além das pandemias)Reflexões sobre crise, espiritualidade e crescimento pessoal, nascidas das perguntas que a pandemia reacendeu sobre Deus, sentido e travessia.
Ver na Amazon → Guia digital Quando Ela Fala, Todo Mundo OuveGuia prático para mulheres que desejam se posicionar com clareza no ambiente profissional, com exemplos reais de comunicação consciente, firme e respeitosa.
Acessar guia → E-book Burnout: como proteger sua vida e seu trabalho da exaustãoGuia prático sobre os quatro níveis do esgotamento, sinais de alerta, busca de apoio profissional e caminhos de proteção diante da exaustão.
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Uma curadoria de participações públicas em imprensa, rádio, TV, podcasts e canais especializados em saúde, gestão e trabalho.
A Tarde · Saúde mental vira obrigação nas empresas brasileiras
Um guia de 27 páginas para profissionais que precisam avaliar, com método, a relação entre transtornos mentais e contexto ocupacional. Baseado na Resolução CFM 2.323/2022 e na NR-1.
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Se sua empresa está respondendo à NR-1, estruturando saúde mental no trabalho ou lidando com uma situação concreta de adoecimento, a primeira conversa serve para organizar o problema.